tenho ouvido esta música na rádio e... encaixa bem demais no que tenho andado a pensar:
wanna be numb
I don't wanna feel this pain no more
Wanna lose touch
I just wanna go and lock the door
I don't wanna think
I don't wanna feel nothing,
I wanna be numb
I just wanna be,
wanna be taken away from all the madness
Need to escape, escape from the pain
I'm out on the edge, about to lose my mind
For a little while, for a little while
I wanna be numb
quarta-feira, janeiro 10, 2007
terça-feira, janeiro 09, 2007
mais um que recebi e gostei
Estamos no início de 2007.
O Ano Novo está agora na tua estação.
Se não puderes ser o maquinista, ue sejas o seu mais divertido passageiro.
Procura um lugar próximo à janela desfruta cada uma das paisagens que o tempo te oferece o prazer de quem realiza a primeira viagem.
Não te assustes com os abismos, em com as curvas que não te deixam ver os caminhos que estão por vir.
Procura curtir a viagem da vida, observando cada arbusto, cada riacho, beirais de estrada e tons mutantes de paisagem.
Desdobra o mapa. Presta atenção a cada ponto, e fica atento ao apito da partida.
E quando decidires descer na estação onde a esperança te acenou não hesites.
Desembarca nela os teus sonhos...
Desejo que a tua viagem pelos dias de 2007, seja de PRIMEIRA CLASSE
O Ano Novo está agora na tua estação.
Se não puderes ser o maquinista, ue sejas o seu mais divertido passageiro.
Procura um lugar próximo à janela desfruta cada uma das paisagens que o tempo te oferece o prazer de quem realiza a primeira viagem.
Não te assustes com os abismos, em com as curvas que não te deixam ver os caminhos que estão por vir.
Procura curtir a viagem da vida, observando cada arbusto, cada riacho, beirais de estrada e tons mutantes de paisagem.
Desdobra o mapa. Presta atenção a cada ponto, e fica atento ao apito da partida.
E quando decidires descer na estação onde a esperança te acenou não hesites.
Desembarca nela os teus sonhos...
Desejo que a tua viagem pelos dias de 2007, seja de PRIMEIRA CLASSE
terça-feira, janeiro 02, 2007
conselho de pai
Faz favor de não deitar esta mensagem ao lixo e de a reler até a ter interiorizado ...o que demora, para aí, uma quantidade de tempo. Um ano? Quando estiver assimilada e vivida notar-se-á e então estás autorizada a guarda-la para qualquer recaída.Um milhão de beijos dos Pais que só querem que sejas feliz e assumas as imensas qualidades que tens.´
"A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões.
Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair? - Pensou ela.
O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso.
Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes.
E se justamente agora isto não funcionar?
Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento.
Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final o empurrão. A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida.
Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o menor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!
Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar. Pense nisso!!
e NUNCA esqueça: Sua presença é um presente para o mundo.
Você é único e só há um igual a você.
Sua vida pode ser o que quiser que ela seja.
Viva os dias, apenas um de cada vez.
Conte suas bênçãos, não seus problemas.
Você os superará venha o que vier.
Dentro de você há muitas respostas.
Compreenda, tenha coragem, seja forte.
Não coloque limites em si mesmo.
Muitos sonhos estão esperando para serem realizados.
As decisões são muito importantes para serem deixada ao acaso.
Alcance seu máximo, seu melhor e seu prêmio.
Nada consome mais energia do que a preocupação.
Quanto mais tempo se carrega um problema, mais pesado ele fica.
Não leve as coisas tão a sério.
Viva uma vida de serenidade, não de arrependimentos.
Lembre-se de que um pouco de amor dura muito.
Lembre-se muito disso: dura para sempre.
Lembre-se que a amizade é um investimento sábio.
Os tesouros da vida são todas as pessoas.
Perceba que nunca é tarde demais.
Faça coisas simples e de forma simples.
Tenha saúde, esperança e felicidade.
Encontre tempo para fazer pedidos a uma estrela.
E nunca, jamais, esqueça, por sequer um dia o quanto você é especial !!!"
"A águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões.
Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair? - Pensou ela.
O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso.
Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes.
E se justamente agora isto não funcionar?
Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento.
Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final o empurrão. A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida.
Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o menor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!
Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar. Pense nisso!!
e NUNCA esqueça: Sua presença é um presente para o mundo.
Você é único e só há um igual a você.
Sua vida pode ser o que quiser que ela seja.
Viva os dias, apenas um de cada vez.
Conte suas bênçãos, não seus problemas.
Você os superará venha o que vier.
Dentro de você há muitas respostas.
Compreenda, tenha coragem, seja forte.
Não coloque limites em si mesmo.
Muitos sonhos estão esperando para serem realizados.
As decisões são muito importantes para serem deixada ao acaso.
Alcance seu máximo, seu melhor e seu prêmio.
Nada consome mais energia do que a preocupação.
Quanto mais tempo se carrega um problema, mais pesado ele fica.
Não leve as coisas tão a sério.
Viva uma vida de serenidade, não de arrependimentos.
Lembre-se de que um pouco de amor dura muito.
Lembre-se muito disso: dura para sempre.
Lembre-se que a amizade é um investimento sábio.
Os tesouros da vida são todas as pessoas.
Perceba que nunca é tarde demais.
Faça coisas simples e de forma simples.
Tenha saúde, esperança e felicidade.
Encontre tempo para fazer pedidos a uma estrela.
E nunca, jamais, esqueça, por sequer um dia o quanto você é especial !!!"
mandaram-me... gostei
Receita para um Ano Feliz:
Tome 12 meses completos.
Limpe-os cuidadosamente de toda a amargura, ódio e inveja.
Corte cada mês em 28, 30, ou 31 pedaços diferentes, mas não cozinhetodos ao mesmo tempo. Prepare um dia de cada vez com os seguintes ingredientes:
- Uma parte de fé
- Uma parte de paciência
- Uma parte de coragem
- Uma parte de trabalho
Junte a cada dia uma parte de esperança, de felicidade e amabilidade.
Misture bem, com uma parte de oração, uma parte de meditação e umaparte de entrega. Tempere com uma dose de bom espírito, uma pitada de alegria e um pouco de acção, e uma boa medida de humor.
Coloque tudo num recipiente de amor.
Cozinhe bem, ao fogo de uma alegria radiante.
Guarneça com um sorriso e sirva sem reserva.
Tome 12 meses completos.
Limpe-os cuidadosamente de toda a amargura, ódio e inveja.
Corte cada mês em 28, 30, ou 31 pedaços diferentes, mas não cozinhetodos ao mesmo tempo. Prepare um dia de cada vez com os seguintes ingredientes:
- Uma parte de fé
- Uma parte de paciência
- Uma parte de coragem
- Uma parte de trabalho
Junte a cada dia uma parte de esperança, de felicidade e amabilidade.
Misture bem, com uma parte de oração, uma parte de meditação e umaparte de entrega. Tempere com uma dose de bom espírito, uma pitada de alegria e um pouco de acção, e uma boa medida de humor.
Coloque tudo num recipiente de amor.
Cozinhe bem, ao fogo de uma alegria radiante.
Guarneça com um sorriso e sirva sem reserva.
quinta-feira, novembro 30, 2006
Decisão
às vezes as pequenas coisas transformam-se em grandes decisões.
os tempos na vida de uma mulher regem-se, sem qualquer dúvida, por leis bem diferentes dos dos homens. Assim sendo, a tomada de decisões tão simples ( e tão tão complexas) como quando será a melhor altura para finalmente começar a tratar da carta á "cegonha", assume uma relevância e premência inesperadas.
Deixando de lado o pensamento filosófico, heheheh....
há uns dias um comentário brincalhão despoletou uma cascata de acontecimentos e conversas que terminou em... "vamos em frente?"
pois é! e agora.. que emoção! ... começam os preparativos... vai realmente acontecer... aproxima-se um pouco mais o momento de começar a existir um João Miguel/Mariana reais, físicos, nas nossas vidas.
Até aqui eles eram sonhos, projectos muito desejados, frutos da nossa imaginação conjunta (ou não tivessem eles começado a mandar pequenas cartas e presentes ao "pai" já há algum tempo). Agora ... continuam no reino do desejo mas a decisão já foi tomada e começamos a preparar-nos para os receber de braços e corações abertos.
Estou feliz e o mundo parece um lugar um pouco mais bonito porque em cada esquina consigo imaginar o meu tesouro a brincar às escondidas.
Derreto-me com a ideia de poder vir a ficar grávida, de ver a barriga cresecer sabendo o que se esconde lá dentro (bem protegido, e quentinho), com a ideia de segurar nos braços esse serzinho mágico programado para tornar a minha vida num tumulto.
O parto assusta-me sim... fico aterrorizada imaginando no tipo de mãe que me vou revelar... mas por agora... enquanto tudo se encaminha... prefiro ficar-me pelo sentimento de antecipação.
os tempos na vida de uma mulher regem-se, sem qualquer dúvida, por leis bem diferentes dos dos homens. Assim sendo, a tomada de decisões tão simples ( e tão tão complexas) como quando será a melhor altura para finalmente começar a tratar da carta á "cegonha", assume uma relevância e premência inesperadas.
Deixando de lado o pensamento filosófico, heheheh....
há uns dias um comentário brincalhão despoletou uma cascata de acontecimentos e conversas que terminou em... "vamos em frente?"
pois é! e agora.. que emoção! ... começam os preparativos... vai realmente acontecer... aproxima-se um pouco mais o momento de começar a existir um João Miguel/Mariana reais, físicos, nas nossas vidas.
Até aqui eles eram sonhos, projectos muito desejados, frutos da nossa imaginação conjunta (ou não tivessem eles começado a mandar pequenas cartas e presentes ao "pai" já há algum tempo). Agora ... continuam no reino do desejo mas a decisão já foi tomada e começamos a preparar-nos para os receber de braços e corações abertos.
Estou feliz e o mundo parece um lugar um pouco mais bonito porque em cada esquina consigo imaginar o meu tesouro a brincar às escondidas.
Derreto-me com a ideia de poder vir a ficar grávida, de ver a barriga cresecer sabendo o que se esconde lá dentro (bem protegido, e quentinho), com a ideia de segurar nos braços esse serzinho mágico programado para tornar a minha vida num tumulto.
O parto assusta-me sim... fico aterrorizada imaginando no tipo de mãe que me vou revelar... mas por agora... enquanto tudo se encaminha... prefiro ficar-me pelo sentimento de antecipação.
quarta-feira, novembro 22, 2006
uns dias piores que outros
às vezes temos de parar... respirar fundo ... e optar. Mas ao fazê-lo sentir-se bem consciente de que o resto do dia (um de cada vez... sempre) depende dessa opção.
Hoje decidi levantar a cabeça, atravessar a porta que tinha à frente e durante um bocadinho esquecer o quão triste, e perdida, e revoltada e frustrada e injustiçada e... quão desesperada e derrotada me sentia.
Levantar simplesmente o nariz, sorrir e fazer de palhaço (a imagem da alegria por fora, mas só por fora, aí onde o resto do mundo vive). Por algumas horas resultou. Afinal a "conversinha " da manhã não foi assim tão grave! Que interessa se todos fazem o que querem? Que importa se se ouvem palavras menos justas, comentários menos merecidos (ou pelo menos sentidos como tal), gritos de uma fúria que se julga não ter provocado/merecido? Por umas horas fui "rainha do meu quintal", dominei o espaço, dominei a vontade, FUI GRANDE!!! sorri, brinquei, trabalhei, acariciei... que sentimento fantástico!!!
E no finzinho da manhã... a doce recompensa inesperada! os sorrisos, os beijos lambuzados, o ouvir o meu nome dito com tanto carinho, sentir os XIs apertadinhos de quem so abraça quem quer quando quer. Que ego não cresce nesses momentos? Quem consegue não sorrir? Eu não concerteza.
Quem me dera que todo o dia fosse assim. Quem dera que todos os dias fossem assim.
Mas não são.
Hoje decidi levantar a cabeça, atravessar a porta que tinha à frente e durante um bocadinho esquecer o quão triste, e perdida, e revoltada e frustrada e injustiçada e... quão desesperada e derrotada me sentia.
Levantar simplesmente o nariz, sorrir e fazer de palhaço (a imagem da alegria por fora, mas só por fora, aí onde o resto do mundo vive). Por algumas horas resultou. Afinal a "conversinha " da manhã não foi assim tão grave! Que interessa se todos fazem o que querem? Que importa se se ouvem palavras menos justas, comentários menos merecidos (ou pelo menos sentidos como tal), gritos de uma fúria que se julga não ter provocado/merecido? Por umas horas fui "rainha do meu quintal", dominei o espaço, dominei a vontade, FUI GRANDE!!! sorri, brinquei, trabalhei, acariciei... que sentimento fantástico!!!
E no finzinho da manhã... a doce recompensa inesperada! os sorrisos, os beijos lambuzados, o ouvir o meu nome dito com tanto carinho, sentir os XIs apertadinhos de quem so abraça quem quer quando quer. Que ego não cresce nesses momentos? Quem consegue não sorrir? Eu não concerteza.
Quem me dera que todo o dia fosse assim. Quem dera que todos os dias fossem assim.
Mas não são.
quinta-feira, outubro 19, 2006
lá fora chove como cá dentro
Há realmente equilibrios instáveis que não devem ser perturbados. os últimos dias foram demasiado complicados para serem verdade...
não quero ser assim...
não quero ser assim...
terça-feira, outubro 17, 2006
De Volta...
Por onde começar?
Bolas... de tanto fugir a ter de enfrentar a "página" vazia parece que se perde a prática de passar para as teclas o que se pensa e sente. Mesmo assim talvez valha a pena (re) tentar.
os últimos tempos têm sido... penosos.
Não consigo decidir o que me cansa mais: se a forma de pensar e agir das pessoas, se a minha.
Gostava de ser capaz de simplesmente desligar o fusível e dar uma de "bela adormecida", dormir na minha caixinha de cristal até lá fora estar tudo resolvido. Também não era mau ter a capacidade de desligar o "complicometro", desmontar todos os obstáculos intransponíveis que vejo no meu caminho e ultrapassá-los um bocadinho de cada vez. Talvez assim fosse mais fácil não?
Mas o facto é que ainda não consegui aprender a deixar de sentir. E, acima de tudo, deixar de pensar e repensar nas coisas. Será defeito ou feitio?
Hoje fui "visitar" o meu "Dr. dos parafusos". por vezes interrogo-me se essa não será mais uma forma de "fuga", ou talvez uma muleta emocional. O facto é que se normalmente me "deixo andar" nesta semi-vida cinzentona, quando se aproxima a data da marcação dou por mim a rever mentalmente o que precisa de ser dito e a anlisar mais a fundo as situações dramáticas que tanto influenciaram a minha vida nesse período. Será bem fazer isso? Não sei. mas de qualquer maneira eu acho positivo. pelo menos sempre dá para relativizar algumas coisitas. Mas hoje... não senti que tivesse corrido bem... saí carregadinha de questões, dúvidas, ... sei lá!
Bolas... de tanto fugir a ter de enfrentar a "página" vazia parece que se perde a prática de passar para as teclas o que se pensa e sente. Mesmo assim talvez valha a pena (re) tentar.
os últimos tempos têm sido... penosos.
Não consigo decidir o que me cansa mais: se a forma de pensar e agir das pessoas, se a minha.
Gostava de ser capaz de simplesmente desligar o fusível e dar uma de "bela adormecida", dormir na minha caixinha de cristal até lá fora estar tudo resolvido. Também não era mau ter a capacidade de desligar o "complicometro", desmontar todos os obstáculos intransponíveis que vejo no meu caminho e ultrapassá-los um bocadinho de cada vez. Talvez assim fosse mais fácil não?
Mas o facto é que ainda não consegui aprender a deixar de sentir. E, acima de tudo, deixar de pensar e repensar nas coisas. Será defeito ou feitio?
Hoje fui "visitar" o meu "Dr. dos parafusos". por vezes interrogo-me se essa não será mais uma forma de "fuga", ou talvez uma muleta emocional. O facto é que se normalmente me "deixo andar" nesta semi-vida cinzentona, quando se aproxima a data da marcação dou por mim a rever mentalmente o que precisa de ser dito e a anlisar mais a fundo as situações dramáticas que tanto influenciaram a minha vida nesse período. Será bem fazer isso? Não sei. mas de qualquer maneira eu acho positivo. pelo menos sempre dá para relativizar algumas coisitas. Mas hoje... não senti que tivesse corrido bem... saí carregadinha de questões, dúvidas, ... sei lá!
segunda-feira, julho 10, 2006
REVOLTA POR SER CABEÇA NO AR
A última semana foi dificil de ultrapassar.
Para começar bem mal... se é que a expressão existe!... de regresso a casa, com a cabeça a mil pelas coisas que ficaram por fazer, um encontro indesejado e suficiente perturbador para marcar o espirito do resto da semana.
Quantos de nós não andam pelas ruas imersos em pensamentos, tentando ocupar o tempo "perdido" entre a chegada e a partida com a organização do que é necessário fazer? Andava eu perdida em devaneio quando um tarado (em termos bem comuns e sem floreados) se atirou para cima de mim. E eu com a cabeça tão longe, mas tão tão longe que nem consegui reagir!
Se o acontecimento em si já é perturbador, o não ter reagido deixa-me furiosa e revoltada comigo mesma. tanta coisa que podertia ter feito (gritar não me valeu de muito já que quem ia a passar não fez se quer um gesto para me acudir!), um simples movimento mais brusco teria concerteza feito grande diferença! e eu ali bloqueada!
Mas valham as pequenas vitórias (e anos de estudo claro!) que me permitiram não me fechar na concha de "vitima desprotegida e traumatizada" e levantar o nariz bem alto e seguir com a vidinha, aparentando a segurança de quem não se deixará apanhar novamente desaprevenida. é lógico que tanta segurança não é totalmente real mas, pelo menos, permitiu-me fazer o mesmo percurso vezes e vezes durante a semana, até que o coração já não disparasse só de entrar na rua.
Para começar bem mal... se é que a expressão existe!... de regresso a casa, com a cabeça a mil pelas coisas que ficaram por fazer, um encontro indesejado e suficiente perturbador para marcar o espirito do resto da semana.
Quantos de nós não andam pelas ruas imersos em pensamentos, tentando ocupar o tempo "perdido" entre a chegada e a partida com a organização do que é necessário fazer? Andava eu perdida em devaneio quando um tarado (em termos bem comuns e sem floreados) se atirou para cima de mim. E eu com a cabeça tão longe, mas tão tão longe que nem consegui reagir!
Se o acontecimento em si já é perturbador, o não ter reagido deixa-me furiosa e revoltada comigo mesma. tanta coisa que podertia ter feito (gritar não me valeu de muito já que quem ia a passar não fez se quer um gesto para me acudir!), um simples movimento mais brusco teria concerteza feito grande diferença! e eu ali bloqueada!
Mas valham as pequenas vitórias (e anos de estudo claro!) que me permitiram não me fechar na concha de "vitima desprotegida e traumatizada" e levantar o nariz bem alto e seguir com a vidinha, aparentando a segurança de quem não se deixará apanhar novamente desaprevenida. é lógico que tanta segurança não é totalmente real mas, pelo menos, permitiu-me fazer o mesmo percurso vezes e vezes durante a semana, até que o coração já não disparasse só de entrar na rua.
quinta-feira, junho 22, 2006
PORQUE AINDA HÁ DIAS BONS
VIVA OS DIAS BONS!
viva os dias em que se acorda "de sol" apesar de lá fora estar enublado, os dias em que se está bem disposto, em que apesar de não se estar cheio de certezas... isso também não importa. Viva os dias em que se sorri por sorrir e em que se diz BOM_DIA com enfase no BOM!
hoje saí de casa sem aquele amargo de boca que já se torna tradicional, o coração a bater calminho, o humor sereno (nem de rastos nem nos pincaros). Fiz o que tinha a fazer... bem, nem tudo mas ... quem está a contabilizar? conversei um pouco, ri um pouco, ajudei um pouco. Foi bom.
Fui à escola e acabei a colaborar no desenho dos cenários da festa de fim de ano, foi bem porreiro! Hoje senti que pertenço um bocadinho ali. é bom pertencer.
viva os dias em que se acorda "de sol" apesar de lá fora estar enublado, os dias em que se está bem disposto, em que apesar de não se estar cheio de certezas... isso também não importa. Viva os dias em que se sorri por sorrir e em que se diz BOM_DIA com enfase no BOM!
hoje saí de casa sem aquele amargo de boca que já se torna tradicional, o coração a bater calminho, o humor sereno (nem de rastos nem nos pincaros). Fiz o que tinha a fazer... bem, nem tudo mas ... quem está a contabilizar? conversei um pouco, ri um pouco, ajudei um pouco. Foi bom.
Fui à escola e acabei a colaborar no desenho dos cenários da festa de fim de ano, foi bem porreiro! Hoje senti que pertenço um bocadinho ali. é bom pertencer.
quarta-feira, junho 21, 2006
hoje senti-me só. tão incrivelmente só que a alegria que explodia lá fora foi incapaz de me tocar.
hoje precisei de ouvir uma voz "amiga" que não chegou, mesmo tendo hora marcada para ligar; precisei de um "colo" confortável onde me aninhar, um "porto seguro" onde me recolher um pouco e recuperar forças, e quando olhei ... não estava lá.
convencemo-nos que quando precisamos muito, quando nem tudo corre bem, haverá sempre alguém que sente a nossa aflição e que, mesmo sem termos pedido, aparece e estende uma mão, oferece um ombro, e diz as palavras mágicas que fazem sumir em menos de nada os probleminhas tolos, as inseguranças, a solidão... mas nem sempre é assim. às vezes tornamo-nos tão pequenos, tão insignificantes perante as inúmeras voltas da vida, que ficamos como que invisiveis... mesmo aos olhos daquelas pessoas para quem achamos que seremos sempre prioridades.
hoje precisei de ouvir uma voz "amiga" que não chegou, mesmo tendo hora marcada para ligar; precisei de um "colo" confortável onde me aninhar, um "porto seguro" onde me recolher um pouco e recuperar forças, e quando olhei ... não estava lá.
convencemo-nos que quando precisamos muito, quando nem tudo corre bem, haverá sempre alguém que sente a nossa aflição e que, mesmo sem termos pedido, aparece e estende uma mão, oferece um ombro, e diz as palavras mágicas que fazem sumir em menos de nada os probleminhas tolos, as inseguranças, a solidão... mas nem sempre é assim. às vezes tornamo-nos tão pequenos, tão insignificantes perante as inúmeras voltas da vida, que ficamos como que invisiveis... mesmo aos olhos daquelas pessoas para quem achamos que seremos sempre prioridades.
segunda-feira, junho 05, 2006

nos últimos dias várias pessoas me enviaram este excerto. Podia tê-lo tratado como a todas as outras mensagens recorrentes que recebo... mas esta tocou-me. neste momento da minha vida em que me sinto algo perdida, em que sei que a Vida me deu muito de bom mas que não me sinto satisfeita com o que tenho, muito menos comigo mesma... este texto toca bem fundo.
eu acredito que somos plenamente responsáveis pela gestão da nossa VIDA, somos nós próprios os seus construtores e também os seus "melhores" demolidores com a nossa permanente insegurança, com os medos, com o receio de que alguém olhe para nós por mais do que um mero instante e veja para além da personagem que tanto nos custa manter.
sexta-feira, junho 02, 2006
é sempre complicado começar...
o que hei-de dizer?
será a minha vida tão interessante que justifique ter um blog...
mas no fundo não se trata puramente de escrever para outros lerem... é mais para "despejar" pensamentos, opiniões, desejos... dizer asneiras sem a eterna critica...
hoje, eu gostaria simplesmente de ser capaz de começar de novo.
Tenho um novo visual, ao qual ainda não me habituei, e que é uma espécie de externalização do que sinto... se hoje olho ao espelho e não me reconheço, se não me sinto totalmente à vontade com a minha imagem, já faz muito tempo que sinto viver num "corpo" desajeitado no qual eu própria não encaixo bem. que ideia estranha! não encaixar bem no próprio "eu".
bem dizia a mamã que a ver as coisas como as vejo tem de ser muito dificil viver! e não é?
Nada é exectamente o que se pensa e as coisas nunca acontecem como se imaginou, fica-se sempre um pouquinho aquém ... falta sempre o tal Danoninho, um bocadinho "assim" que faz toda a diferença. as conquistas nunca são completas.
Se noutros dias a maior vontade é parar, sentar no chão, chorar e esperar que passe... que a vida avance e se esqueça de me levar, que me dê tempo para procurar o que quer que seja que perdi lá mais atrás no caminho, e que me impede de pertencer ao grupo dos "fantásticos" - aqueles que são o que sempre quiseram ser, e que todos acham que eles deveriam ser, os que são aceites por mais calinadas que façam, os sociais e sociáveis... Hoje acho que gostaria de começar de novo. Sorrir mais, dizer as palavras certas nos momentos certos, ser e sentir-me adequada neste teatrinho.
o que hei-de dizer?
será a minha vida tão interessante que justifique ter um blog...
mas no fundo não se trata puramente de escrever para outros lerem... é mais para "despejar" pensamentos, opiniões, desejos... dizer asneiras sem a eterna critica...
hoje, eu gostaria simplesmente de ser capaz de começar de novo.
Tenho um novo visual, ao qual ainda não me habituei, e que é uma espécie de externalização do que sinto... se hoje olho ao espelho e não me reconheço, se não me sinto totalmente à vontade com a minha imagem, já faz muito tempo que sinto viver num "corpo" desajeitado no qual eu própria não encaixo bem. que ideia estranha! não encaixar bem no próprio "eu".
bem dizia a mamã que a ver as coisas como as vejo tem de ser muito dificil viver! e não é?
Nada é exectamente o que se pensa e as coisas nunca acontecem como se imaginou, fica-se sempre um pouquinho aquém ... falta sempre o tal Danoninho, um bocadinho "assim" que faz toda a diferença. as conquistas nunca são completas.
Se noutros dias a maior vontade é parar, sentar no chão, chorar e esperar que passe... que a vida avance e se esqueça de me levar, que me dê tempo para procurar o que quer que seja que perdi lá mais atrás no caminho, e que me impede de pertencer ao grupo dos "fantásticos" - aqueles que são o que sempre quiseram ser, e que todos acham que eles deveriam ser, os que são aceites por mais calinadas que façam, os sociais e sociáveis... Hoje acho que gostaria de começar de novo. Sorrir mais, dizer as palavras certas nos momentos certos, ser e sentir-me adequada neste teatrinho.
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